Com os slasher movies é aquilo: ou você gosta, ou odeia. Eu sou da primeira opção. E tenho um carinho especial por Wes Craven, o cara que dirigiu clássicos do terror como A hora do pesadelo e A maldição de Samantha. O problema com a franquia Pânico é que ela pouco traz de novidade. O bacana, é que sabe rir de si mesmo e assumir essa falta de vanguarda. Isso é sinal de inteligência. Ou melhor, de diretor inteligente.
O roteiro é aquilo: te dou um doce se você adivinhar quem é o assassino mascarado. E não adianta tentar descobrir na primeira metade de projeção, porque há sempre uma reviravolta mirabolante lá para o final. No quarto capítulo da série, Sidney se transformou em uma best seller ao contar sua história. Aparentemente curada do trauma de três filmes correndo o risco de ser feita em pedaços por gente louca fantasiada de Morte, ela nem esperava (?) ter que passar por tudo outra vez.
Pronto. Ponha a cerveja no congelador e compre aquele petisco especial. Aposte com os seus amigos a identidade do assassino. Os mais fracos ainda vão dar gritinhos - se é que alguém ainda se assusta mesmo com aquelas cenas manjadas nas quais um elemento entra em quadro inesperadamente, acompanhado de uma nota aguda na trilha sonora.
Eu acho divertido...
terça-feira, dezembro 27, 2011
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Um comentário:
Ah, eu também curto! Esse então... eu achei mesmo super divertido!
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