
Depois do sucesso de Coffy nas telonas, Jack Hill voltou a filmar com Pam Grier o que deveria ser uma sequência. Inclusive, Foxy Brown, de 1974, se chamaria Burn, Coffy! Burn! Porém, de última hora, os produtores resolveram mudar a estratégia de lançamento. O filme se tornou, então, uma produção independente. E muito bacana, apesar da repetição do tema.
Novamente, Pam Grier interpreta uma sexy vingadora que tenta por fim a um esquema inescrupuloso que envolve prostitutas, drogas e corrupção. Depois que seu namorado, um agente secreto da polícia, é assassinado, ela se infiltra numa perigosa quadrilha. Começa, então, um banho de sangue.
Modelitos sensuais, trilha sonora repleta do melhor da black music da década de 70 e muita violência fazem de Foxy Brown um genuíno exemplar do blaxploitation, movimento que levou a cultura black para as telas do cinema. Pam Grier arrasa quarteirões inteiros, infestados de cafetões, traficantes e gente mal-intencionada.
Clássico!
3 comentários:
Este é o tipo de filme que o Quentin Tarantino deve adorar!
Beijos!
Dica anotada! desconhecia este também! belo argumento.
Kamila, sem dúvida nenhuma! Tanto é que fez Jackie Brown como uma forma de homenagear essas personagens da Pam Grier.
Cristiano, é filme de vingança, ao som de black music. Ótimo, né?
Bjs e abs!
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