
Hoje entra em cartaz o filme Quanto dura o amor, do diretor Roberto Moreira. Confesso que tive bastante dificuldade em cotá-lo para a Revista Programa, do Jornal do Brasil. O roteiro é fraco, mas as atuações das duas protagonistas são soberbas! Se houvesse um "regular e meio", seria essa a cotação. Pelo capricho visual e pelas interpretações de Sílvia Lourenço e Maria Clara Spinelli, a produção levou um "bom". Segue o que escrevi sobre o dito cujo.
O segundo filme do diretor Roberto Moreira é sensível como a canção do Radiohead que permeia toda a projeção, a tristonha “High and dry”. O roteiro fala sobre três histórias de amor que enfrentam os paradigmas da contemporaneidade. Funcionando também como uma personagem, a cidade de São Paulo serve de cenário para o desvelamento da questão que o título levanta: quanto dura o amor? Quem conduz a argumentação são três jovens protagonistas, de vidas completamente distintas, mas que habitam o mesmo prédio, em plena Avenida Paulista: Suzana, uma advogada reservada; Marina, uma atriz recém-chegada do interior; e Jay, um escritor que tem como musa uma prostituta.
O segundo filme do diretor Roberto Moreira é sensível como a canção do Radiohead que permeia toda a projeção, a tristonha “High and dry”. O roteiro fala sobre três histórias de amor que enfrentam os paradigmas da contemporaneidade. Funcionando também como uma personagem, a cidade de São Paulo serve de cenário para o desvelamento da questão que o título levanta: quanto dura o amor? Quem conduz a argumentação são três jovens protagonistas, de vidas completamente distintas, mas que habitam o mesmo prédio, em plena Avenida Paulista: Suzana, uma advogada reservada; Marina, uma atriz recém-chegada do interior; e Jay, um escritor que tem como musa uma prostituta.
Indiscutivelmente, Quanto dura o amor? tem um visual bastante caprichado. Os dramas das personagens se encaixam perfeitamente na estética que o caos da urbanização impõe. Porém, já na metade do filme, o roteiro começa a perder o ritmo, tornando as histórias desinteressantes. Nem mesmo o desfecho, com algumas surpresas, surpreende.
Apesar da boa participação da ex-fazendeira Danni Carlos (em cenas bastante ousadas) e da visibilidade que o nome de Paulo Vilhena oferece, quem brilha mesmo são as atrizes Silvia Lourenço e Maria Clara Spinelli, nos papéis de Marina e Suzana, respectivamente.
7 comentários:
A Silvia Lourenço já tinha mostrado talento em "Contra Todos", que, se não me engano, foi dirigido também pelo Roberto Moreira!
Beijos!
A despeito do ritmo também achei um tanto descontinuado. Não gostei muito do filme não!
Abs!
Gosto de filmes com o visual trabalhado!
E aí rapaz estou de volta por aqui...
A Silvia Lourenço vem se mostrando uma ótima atriz, porém ainda não conferi este filme.
Olá, Meu nome é Thays Py e trabalho na Agência de Comunicação Núcleo da Idéia.
Gostaria de ter o seu e-mail para que possamos fazer contato para parceria.
Desde já agradeço.
Thays Py
mkt7@nucleodaideia.com.br
Não conhecia este. Acho que não está em cartaz aqui em Salvador. Ou está? vou me informar agora!
Gostei da premissa, do enredo. O poster é bem bonito, diferente, atraente, um tanto americano até.
Parabéns pelo blog! sigo!
Kamila, é isso mesmo! E ela também atuou em Cheiro do ralo, e estava incrivel também! A outra atriz, Maria Clara Spinelli, também está ótima.
Pedrão, pois é. Eu dei cotação boa por causa do trabalho das atrizes e do apuro ´visual. O roteiro, de fato, é fraco.
Robson, o visual deste é bem urbano, sem perder um lirismo.
Sérgio, bem-vindo novamente! Silvia Lourenço realmente impressiona!
Thays, o meu e-mail está publicado aqui no blog. Que tal procurá-lo enquanto lê o conteúdo?
Cristiano, obrigado pela visita e pelo comentário! O visual do filme é muito bem bolado. Americano? Não sei... Fala sobre São Paulo. Acho que o tema acaba sendo universal, né? O amor parece ter peridiocidades em todo lugar do mundo...
Bjs e abs!
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