Assumidamente (estranho ter que usar este advérbio, mas vá lá...) ateu, cético de carteirinha, Allen conta uma divertida história sobre uma moça que, ao que parece, tem poderes de ler o passado e o futuro. Quando uma rica família aristocrata se encanta com seus poderes sobrenaturais, a ponto de querer investir muito dinheiro nisso, um mágico especialista em truques de ilusionismo é chamado para tentar verificar se há uma emboscada por trás de tais dons adivinhatórios.
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| "Madame lê passada, presenta e futura... e faz as unhas." |
O feijão com arroz para uma boa diversão está lá. Personagens interessantes, trilha sonora caprichada, figurinos nos trinques e ótimos diálogos, apoiados nas atuações irrepreensíveis dos dois protagonistas. Firth funciona como um alter ego de Allen, colocando a racionalidade combativa do diretor a favor da comédia de costumes.
Ponto para Allen!


Um comentário:
Uma pena que "Magia ao Luar" tenha tido uma trajetória ridícula nas salas de cinema brasileiras. Não tive a oportunidade de conferir e espero poder fazer isso logo!
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