
Pode-se dizer que a carreira de Michael Powell começou a ruir pela repercussão negativa de Tortura do medo à época de seu lançamento. Apesar disso, quem diria, o tal burburinho, atualmente, lhe confere ousadia suficiente para ser reconhecido como uma grande obra de suspense e terror psicológico. De fato, o roteiro é assustador! Conta a história de um assassino que filma a expressão de medo e desespero de suas vítimas diante da iminência da morte.
Powell usa muito bem o recurso da narrativa em primeira pessoa, com a câmera funcionando como os olhos do assassino. A construção do clima de suspense é perfeita. Quem protagoniza a história é o ótimo Carl Boehm. Recluso em um quarto no andar de cima de uma casa, ele acaba se envolvendo com a vizinha de baixo. E é aí que seus conflitos internos começam a vir à tona. A trama vai ficando cada vez mais complexa e angustiante, até culminar em um desfecho verdadeiramente perturbador.
Fato lamentável é que a obra foi tão picotada para caber ao gosto dos censores de plantão, que muitas sequências foram perdidas para sempre. Ainda assim, Tortura do medo é uma obra que causa um bacana desconforto no espectador.
Powell usa muito bem o recurso da narrativa em primeira pessoa, com a câmera funcionando como os olhos do assassino. A construção do clima de suspense é perfeita. Quem protagoniza a história é o ótimo Carl Boehm. Recluso em um quarto no andar de cima de uma casa, ele acaba se envolvendo com a vizinha de baixo. E é aí que seus conflitos internos começam a vir à tona. A trama vai ficando cada vez mais complexa e angustiante, até culminar em um desfecho verdadeiramente perturbador.
Fato lamentável é que a obra foi tão picotada para caber ao gosto dos censores de plantão, que muitas sequências foram perdidas para sempre. Ainda assim, Tortura do medo é uma obra que causa um bacana desconforto no espectador.
Por todas essas razões, um clássico!
2 comentários:
Como gosto de assistir obras que causam desconforto na gente, irei conferir essa aí!
Beijos!
Kamila, é um desconforto bem interessante! Vale muito a pena, até pela aura melancólica da obra.
Bjs!
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