
Uma das minhas grandes paixões, além do cinema, é a cachaça. Sou cachaceiro assumido! Tenho meus rótulos preferidos em casa. E não estou falando de 51 ou Velho Barreiro. Existe todo um universo de paladares, texturas e lendas ao redor desta bebida genuinamente brasileira. Quem já experimentou uma Anísio Santiago, uma Providência, uma Lua Cheia ou uma Mariana (a minha preferida), sabe do que estou falando. O documentário "Marvada Pinga" faz um rápido apanhado disso tudo de forma bem interessante.
Ao longo do filme, somos apresentados à cronologia da pinga, descobrindo suas origens. Logo depois, conhecemos as cidades produtoras de maior destaque e, finalmente, chega-se a um tema delicado, polêmico: artesanal x industrial. Os diretores escutam os dois lados, mas é impossível não se manter a favor dos alambiques familiares quando testemunha-se um funcionário de uma indústria cachaceira jogando um produto em seus gigantescos tonéis para estimular a fermentação.
O videografismo, bem como as imagens de arquivos, são muito bem feitos e divertidos, combinando com o espírito bem-humorado que cerca o ritual de se beber uma boa cachaça. O resultado é um filme leve, saboroso e que desce fácil.
E deixo aqui o grito de guerra de uma confraria de apreciadores da bebida:
"Unidos beberemos! Sozinhos também!"
4 comentários:
Os alambiques familiares fabricam verdadeiras poesias liquidas!
São cachaças honestas, que dialogam com quem as bebe!
São artistas da cachaça... fabricam cachaças de custo beneficio do dia a dia... 40, 50 dolares a garrafa.
Legal ver o Lopes, o homem do vinho, tecendo comentários à cerca dessa bebida tão popular!
Proposta interessante....original e envolvente pelo visto!
rsrsrsrs
De cachaça não entendo nada cara...mas é uma boa dica! (em todos os sentidos)!
Gostei da última frase do post...
ushuashsuh
abraço!
bebum!!
eu tb adorava! =P
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