
Um filme que mistura matemática, remédios, psicose, mitologia judaica, religiosidade e bolsa de valores é, no mínimo, ousado. E "Pi" prova que mais vale uma boa idéia na cabeça do que um monte de efeitos especiais.
Aqui, o roteiro fala sobre um matemático que quando era criança olhou para o sol e, depois disso, nunca mais foi o mesmo. Provou ser um gênio da matemática ainda adolescente e mostrou aptidão para resolver seqüências matemáticas com espantosa habilidade. Ele busca compreender um número de 216 dígitos. E aí começa a encrenca. Ele é perseguido por grupos de investidores e judeus ortodoxos. Daí em diante, o que Darren Aronofsky consegue fazer com uma câmera digital e jogo de luz é assombrosamente incrível!
O cara sabe como ninguém filmar delírios psicóticos, haja visto "Requiém para um sonho". Aqui, em "Pi", as cenas são perturbadoras. Perturbadoras mesmo! A ótima edição e a trilha que abusa de picos agudos dão o clima certo.
Consta que o filme custou apenas US$60 mil. E foi vendido por US$ 1 milhão. Genial!
Um comentário:
cada vez que venho aqui fico aflita!! estou superhiper precisando ver mais filmes!
PRECISO COMPRAR MINHA TV!!
bjs
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